Saudades (rsp)

"Que dizer, que fazer? Neste longo tempo da tua ausência descobri que a cura para o amor não é o passar do tempo. Sei que não vejo a tua bela cara à alguns meses, mas para o meu coração não te vejo à anos... Mas eu sou como tu, conheço, gosto e levo a vida ao sabor do tempo. Confessaste-me que era difícil eu te amar e tu não conseguires retribuir o mesmo sentimento, e com o maior respeito decidi afastar-me. Quantas foram as noites que eu desejei sair de casa e fazer-te uma surpresa, só para sentir o calor dos teus braços de novo... Quantas foram as noites que eu pensei em escrever-te poemas, textos, fosse o que fosse, mas respeitei... Porque antes do que teu confessor, antes de ser teu amado escritor, até antes de te amar, eu sou teu amigo e nunca, mas nunca faria algo que te magoa-se... Se te magoei ao afastar-me, peço desculpa porque é a última coisa que eu quero.

Já corri as páginas do Blog e agradeço a publicação dos meus textos, rever aqueles sentimentos todos foi engraçado.
Morro de saudades tuas e espero ver-te muito em breve. Liga-me ou envia um mail a dizer quando podes sair para nos encontrarmos.

Do teu eterno amigo e escritor,
António."

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Cuidadinho com o que dizem ahm...

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